» Frota da Transtejo


Neste artigo são listados os navios que compõem a frota da Transtejo na actualidade, assim como alguns que já estiveram integrados na sua frota no passado.

A Transtejo nasceu em 1975. Fusão das cinco Sociedades que, então, exploravam as cinco carreiras fluviais no Tejo - Sociedade Marítima de Transportes, Empresa de Transportes Tejo, Sociedade Nacional Motonaves, Sociedade Jerónimo Rodrigues Durão e Sociedade Damásio, Vasques e Santos - a Transtejo teve por objectivo assegurar o serviço de transporte fluvial regular entre as margens Norte e Sul do Tejo.

Uma das primeiras mudanças ocorreu logo em 1977, com a encomenda dos 12 navios das Classes Cacilhense e Monsanto e compra dos quatro primeiros navios Typschiffe-Serie (nome alemão), baptizados MARVILA (que daria o nome à Classe em Portugal), VOUGA, PORTO BRANDÃO e MOURARIA, à alemã Hadag.

A década de '80 não introduz mudanças na frota que compunha a Transtejo, sendo apenas em 1992 que chegam a Lisboa dois novos navios de grande porte construídos na Alemanha que viriam a ser baptizados MARTIM MONIZ e S. JORGE. Três anos depois, em 1995, é iniciada a renovação da frota com a entrada ao serviço dos catamarãs da Classe Algés, seguindo-se, em 1996, a aquisição de mais dois Typschiffe-Serie, rebaptizados TRAFARIA PRAIA e S. PAULUS. Em 1998 chegam os quatro catamarãs da Classe S. Julião.

Em 2001 a Transtejo adquire a Soflusa, exploradora da ligação entre Lisboa - Terreiro do Paço e o Barreiro, e nesse ano é, também, anulado o concurso para a aquisição, por 10 milhões de contos, de 8 catamarãs a construir pelos Estaleiros Navais do Mondego. Estes viriam a ser construídos em Singapura pelos Estaleiros Damen. O serviço da Sofusa permanece como até então, continuando a exploração com os velhos navios herdados da velha CP e os dois navios da classe Martim Moniz  fretados à TT até à chegada, em 2002, 2003 e 2004, dos novos catamarãs das classes Cesário Verde e Almeida Garrett, num total de 11. Dos velhos navios, o TUNES e o PINHAL NOVO foram os últimos sobreviventes, tendo sido, o primeiro, vendido para África com o nome KWANZA TOUR II e o segundo reconvertido para cruzeiros no Tejo com o nome ÓPERA. Os catamarãs da Classe Cesário Verde depressa ficaram afectos à carreira do Seixal, deixando o Barreiro sob a responsabilidade dos nove Almeida Garrett.

Aguarda-se agora a aquisição esperada e necessária dos ferry-boats de transporte de automóveis para substituir os cinquentenários ALENTEJENSE e EBORENSE, ainda no activo após 51 e 54 anos de serviço no Tejo. Recentemente, a Transtejo assinou um contrato com os estaleiros Navalria, em Aveiro, para a construção de dois novos navios com capacidade para 360 passageiros sentados e 29 viaturas, sendo esperada a sua entrada em serviço em Dezembro de 2009 e Fevereiro de 2010.

O artigo encontra-se dividido por classes, encontrando-se, dentro de cada classe, dados de relevo sobre os navios que compõem as mesmas.


 








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