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Hippotrip estreia terceiro anfíbio
Leandro Ferreira | 01.08.2014


A Hippotrip apresentou ontem o terceiro elemento da família de anfíbios que diariamente percorre o Rio Tejo.
Batizado Alegria, é o terceiro anfíbio da Hippotrip a operar no Rio Tejo e o 68º veículo produzido pelo fabricante CAMI, especializado na produção destes carismáticos veículos que já tem os seus veículos em operação em Países como os Estados Unidos da América, México, Brasil, Panamá, Japão, Dubai ou Coreia do Sul, alguns deles operando desde 1999 sem registo de qualquer incidente ou acidente. Os Anfíbios cumprem todos os requisitos de estabilidade intacta do International Maritime Organization, os mesmos requisitos exigidos a embarcações de grande dimensão, incluindo Cruzeiros.

Para a operação e homologação destes veículos são necessárias dezenas de licenças provenientes de diversas entidades, incluindo a Direcção Geral de Recursos Naturais Segurança e Serviços Marítimos, Instituto da Mobilidade e dos Transportes, Administração do 
Porto de Lisboa (APL), a Capitania do Porto de Lisboa, a Autoridade Tributária e Aduaneira, a Câmara Municipal de Lisboa, e o Turismo de Portugal entre outros, um processo moroso que se iniciou com a aquisição do primeiro veículo em Dezembro de 2008. 

Os circuitos realizam-se diariamente entre 9 e as 19 horas e a duração total do circuito será de aproximadamente 90 minutos, dos quais cerca de 25 minutos serão passados na água. O circuito rodoviário será fixo, mas o circuito na água poderá variar consoante a altura da maré, as condições climatéricas e o estado das águas. 

A Hippotrip é uma empresa nacional financiada na íntegra através dos seus sócios Luso-Canadianos e iniciou a sua actividade com um veículo (“Lola”) no dia 3 de Maio de 2013. No dia 24 de Julho de 2014 inaugurámos o 2º veículo (“Chico”) num evento interno e no dia 31 de Julho de 2014 inauguramos o 3º veículo (“Alegria”). A expectativa global é que haverá um quarto veículo, atingindo nesta altura um investimento total que superará os 2,5 milhões de Euros com uma expectativa de recuperação do capital entre 3 a 5 anos.


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