 A TAP comunicou a intenção da Globalia alienar a posição que detêm na Groundforce Portugal, encarregando-se a TAP de identificar os novos parceiros que adquiram os 50,1% que pertencem à empresa espanhola. Recorde-se que a união das duas empresas, remonta a 2003, quando a Groundforce Portugal foi privatizada. A decisão, "foi acordada entre as duas empresas, com o objectivo de melhorar o nível de serviço prestado aos passageiros da transportadora aérea portuguesa e de outras companhias servidas pela Groundforce Portugal", consta ainda do aludido comunicado. Apesar da crescente participação da Groundforce Portugal na assistência em Terra, através de inúmeros contratos ganhos nos últimos meses, o relacionamento entre a TAP e a Groundforce era pouco pacífico, com a primeira a criticar a má qualidade- do serviço prestado na Portela e a exigir responsabilidades do CEO da empresa, Ângelo Esteves, que por ocasião da privatização, havia sido indicado pela Transportadora nacional, mas que actualmente integra o conselho de administração em representação da Globalia. Apesar de não ser adiantado um prazo para a concretização da separação, um candidato é já conhecido - o grupo Mota-Engil, que terá chegado a negociar com Juan Hidalgo a possibilidade de comprar toda a actividade de handling do grupo espanhol. |